A Mariana tem 45 anos e vive com o marido em Coimbra. O problema que a levou a querer controlar melhor as compras não era o custo — era a desorganização. "Abria o armário e tinha três embalagens de açúcar abertas. Dois pacotes de massa do mesmo tipo. Quatro latas de atum. E depois faltava sempre aquilo que precisava."
O diagnóstico
O problema da Mariana é mais comum do que parece: comprar sem saber o que está em casa. Cada visita ao supermercado era baseada em memória imperfeita e instinto, não em dados reais. O resultado era um armário cheio de duplicados e uma despensa caótica.
A tentativa de solução 1: listas manuais
Tentou manter uma lista em papel na cozinha. Durou duas semanas. "Esquecia-me de actualizar, a lista ficava desactualizada, e acabava por não a consultar mesmo."
A tentativa de solução 2: app de inventário
Experimentou várias apps de inventário doméstico. "Eram demasiado trabalhosas. Tinha de registar cada produto manualmente com código de barras. Desisti ao fim de 3 dias."
O que resultou
A solução que acabou por funcionar foi mais simples: começou a guardar os talões e a analisá-los mensalmente. Ao ver padrões de compra repetidos, percebeu onde estava a duplicar. Combinou isso com um sistema básico de rotação na despensa (FIFO) e o problema resolveu-se.
É exactamente neste gap — entre as apps demasiado trabalhosas e a ausência de sistema — que a Menna quer posicionar-se. O OCR dos talões elimina o trabalho de registo manual, e a análise automática revela os padrões sem esforço da tua parte.