A família Rodrigues — Paulo, Inês e a filha de 10 anos — testou o protótipo da Menna durante dois meses. O Paulo trabalha em big data, pelo que estava particularmente interessado em perceber que tipo de insights era possível extrair do histórico de compras.
O que mais os surpreendeu
"A primeira coisa que percebi foi que comprava detergente da máquina de lavar muito mais frequentemente do que pensava. Olhei para o histórico e percebi que estava a usar embalagens grandes a cada 3 semanas. Passei a comprar quando está em promoção — que é frequente — e passei a nunca pagar preço cheio."
O alerta que mais valor deu
"Houve uma altura em que a Menna avisou que o azeite provavelmente estava a acabar. Não tinha pensado nisso. Abri o armário e sim, havia menos de 1/4 da garrafa. Se não fosse o aviso, ia comprar numa corrida urgente — provavelmente no sítio mais caro. Aproveitei uma ida planeada ao Lidl e comprei em promoção."
O que mudou no planeamento semanal
"Antes de ter a Menna, planeávamos as refeições com base no que achávamos que tínhamos em casa. Agora planeamos com base no que realmente temos. É uma diferença subtil mas que muda tudo — menos desperdício, menos compras desnecessárias."
A conclusão depois de 2 meses
"Não ficámos ricos. Mas ficámos mais organizados, e a poupança foi real — entre 80€ e 100€ por mês estimamos. O que mais nos ficou foi a tranquilidade de ter a casa gerida, não por nós, mas pela app."