A Menna nasceu de uma frustração específica: a de chegar ao supermercado sem saber o que havia em casa, comprar demasiado de umas coisas e esquecer outras, e depois descobrir que havia produtos que se tinham estragado sem serem usados.
O problema que toda a gente tem mas ninguém resolve bem
Existem apps de lista de compras. Existem apps de orçamento. Existem apps de inventário doméstico. Mas nenhuma resolve o problema na raiz: a fricção de manter o registo actualizado é alta demais para que qualquer sistema manual resulte a longo prazo.
Quantas vezes começaste uma lista de compras e abandonaste ao fim de duas semanas? Quantas vezes instalaste uma app de controlo financeiro e desististe porque era trabalho a mais?
A hipótese central da Menna
Se o registo for automático — se apenas precisares de fotografar o talão ou fazer upload do PDF — a probabilidade de manteres o sistema activo é muito maior. O OCR faz o trabalho pesado. Tu só confirmas o que ficou ambíguo.
E a partir de dados reais de compra (o que compraste, quando compraste, em que quantidade), é possível construir previsões úteis: quando vai acabar, quando deves comprar de novo, quanto gastas por categoria.
A governanta que toda a casa merecia ter
Antigamente, as casas com posses tinham governantas que geriam exactamente isto: o inventário da casa, o que faltava, o que comprar. A Menna é a versão democrática desse papel — disponível para qualquer família, não apenas para as privilegiadas.
"A Menna cuida da casa. Tu cuidas do que importa."