Casos de Estudo

O problema que a Menna resolve: a história de quem a criou

Por que é que um engenheiro de big data decidiu construir uma app para gerir compras domésticas? A resposta é mais pessoal do que tecnológica.

O problema que a Menna resolve: a história de quem a criou

A Menna nasceu de uma frustração específica: a de chegar ao supermercado sem saber o que havia em casa, comprar demasiado de umas coisas e esquecer outras, e depois descobrir que havia produtos que se tinham estragado sem serem usados.

O problema que toda a gente tem mas ninguém resolve bem

Existem apps de lista de compras. Existem apps de orçamento. Existem apps de inventário doméstico. Mas nenhuma resolve o problema na raiz: a fricção de manter o registo actualizado é alta demais para que qualquer sistema manual resulte a longo prazo.

Quantas vezes começaste uma lista de compras e abandonaste ao fim de duas semanas? Quantas vezes instalaste uma app de controlo financeiro e desististe porque era trabalho a mais?

A hipótese central da Menna

Se o registo for automático — se apenas precisares de fotografar o talão ou fazer upload do PDF — a probabilidade de manteres o sistema activo é muito maior. O OCR faz o trabalho pesado. Tu só confirmas o que ficou ambíguo.

E a partir de dados reais de compra (o que compraste, quando compraste, em que quantidade), é possível construir previsões úteis: quando vai acabar, quando deves comprar de novo, quanto gastas por categoria.

A governanta que toda a casa merecia ter

Antigamente, as casas com posses tinham governantas que geriam exactamente isto: o inventário da casa, o que faltava, o que comprar. A Menna é a versão democrática desse papel — disponível para qualquer família, não apenas para as privilegiadas.

"A Menna cuida da casa. Tu cuidas do que importa."